“NESSA
WEB EXISTEM ATORES PROFISSIONAIS, OS NOMES OU QUALQUER SEMELHANÇA COM A
REALIDADE É MERA COINCIDÊNCIA.”
Amor e Obsessão – Capítulo 01
Nunca tive namorados, pelo menos não fixo.
Fiquei com uns e outros, mas nada sério. Também não tenho amigos HOMENS, e tão
pouco mulheres, meu pai acha que elas são má influência para mim, quer dizer,
elas podem “conseguir” namorados pra mim. Meu pai morre de ciúmes de mim, só
que acho que aquilo já não é ciúmes nem amor de pai, aquilo já é obsessão.
Meu pai vive brigando comigo, e agora ele
está brigando só porque eu tava falando com um amigo virtual.
- Credo
Bartolomé! – Não chamo ele de Pai, só para descrever – Que saco! Agora não
posso conversar nem pelas redes sociais? Você já me isola da sociedade e agora
nem isso? Ah, vai catar coquinho!
- Não seja
insolente garota rebelde! Olhe como você fala comigo! É por uma dessas e outras
que eu não deixo você ser amiga de ninguém, até porque ninguém vai querer ser
amiga de uma garota rebelde! – Ele disse aquilo quase me engolindo. Ele é desse
tipo de homem estressado, parece até que vive de TPM.
- Sou
Rebelde porque você me trata como louca nessa merda de sociedade, se é que eu
sei o que é sociedade. Tanto tempo sem conviver com ela... Nem namorar eu
posso!
- Isso você
jamais fará! E acho bom que nem em mente você tenha isso!
- Mas eu
estou apaixonada! – Falei aquilo com a maior força de vontade que existia em
mim. Só que ele é tão nojento que assim que eu calo a boca ele mete a mão na
minha cara. MERDAAA! Aquele homem virou um psicopata. Minha mãe que passava em
frente me acudiu.
- Você é
louco? Seu lixo! Louco! – Gritava minha mãe, Gimena – Lesada só quem é – para
me defender do meu, quer dizer, do Bartô – Quando isso vai acabar? Ela precisa
sair, precisa de amigos e acima de tudo de um namorado!
- Mas eu a
proíbo de chegar perto de qualquer garoto – Falava meu pai super bruto metendo
medo na minha mãe. Depois de dar aquele show ele saiu.
- Você está
bem, querida? Ele bateu muito forte? – Disse minha mãe acariciando meu rosto
“esbofeteado”.
- Estou bem
o suficiente para mostrar para ele que eu vou sair, vou namorar e acabar com
esse ciúme obsessivo.
- Filha, mas
você está realmente apaixonada? – Perguntou minha mãe ultra curiosa.
- É! Eu to
sim! Mas de que adianta botar fé se não ter como seguir em frente? Droga! Sinto
que morrerei aqui, trancafiada, nesse quarto e com depressão. – Disse aquilo
pra ver se batia algum sentimento de pena nela e se ela me ajudava e até porque
acho isso de mim.
- Pois pode
botar toda a fé do mundo, porque eu, sua mãe, lesada, vou te ajudar. Você está
levando uma vida de cão! Só sai para a escola, e agora tá de férias. – Não é
que minha cara de garota solitária funcionou! Naquelas palavras dela senti uma
“segurança” da parte dela – Mas eu preciso saber quem é meu futuro genro! –
Admito! Nesse momento me deu vergonha.
- É o...
O... Pe... O Peter. – Gaguejei mais que o gaguinho da Walt Disney.
- O gato da
outra rua? – Minha mãe sorria muito feliz.
- É mãe, o
gato da outra rua! Mas, e...? – Como eu disse, minha mãe é um pouco lesada. Um POUCO.
Aí ela demorou para responder.
- E aí o que
mesmo? – Perguntava aquela lesada.
- O Peter,
eu e o Peter... – Eu disse já pensando se ela ia lesar outra vez...
- Vamos
conquistar o Bonitão! - Ela disse aquilo tão alto que acho que lá da casa dele
deu pra ouvir. Fiz um sinal de “Cala a Boca, maluca!”, até porque se meu pai
ouve é o meu fim e o dela!
No outro dia não precisou nem minha mãe por o
plano em ação, o Peter me mandou logo um SMS que dizia:
“Preciso
falar contigo, nem que seja às escondidas. Já não aguento carregar esse amor
todo por ti e não te demonstrar. Necessito de pelo menos um beijo. E aposto que
você também” – Ownt! Foi tão sentimental, e claro, eu não perdi tempo, não
respondi a mensagem por falta de créditos (Vida de pobre, mas acho que são
planos do meu pai pra me desconectar da sociedade, de vez em quando eu ponho).
- Manhêê! –
Lá veio ela correndo
- Quem
morreu? – Ela chegou super assustada no meu quarto.
- Cadê o
Bartô? – Minha mãe começou a botar a mente em prática.
- Aah! Saiu.
Disse que ia demorar um pouco. – Falou ela.
- Vou sair,
se ele chegar diz... diz... – Ela me interrompeu com mais uma “leseira” dela.
- Que você
morreu! – Pelo amor de Deus! Tem hora que eu acho que aquilo não é que ela seja
lesada. É a metade o cérebro dela que falta! Só podia ser a Gimena pra
responder essas coisas.
- Você
inventa aí! Criativa! – Claro que eu debochei. Sai rindo e escondidamente
escondida.
- Peter! –
Gritei eu animada e apaixonada em frente ao portão daquela ‘quase’ mansão. De
repente veio aquele gato sem camisa me encontrar. Fomos para o jardim.
Estávamos no beijando no jardim quando o
destino para de conspirar a nosso favor. , meu pai nos olhava com uma imensa
raiva, deu vontade de dizer “Que merda tu fez hein, destino?”, e acho que ele
sabia de tudo desde quando saí de casa pra vir até aqui.
- O que
pensa que faz? Não bastou o tapa de ontem? – Disse meu pai irônico e logo em
seguida de puxando pra perto dele pelo braço, apertando ele forte e me
machucando.
- Solte- a
imbecil! – Gritou meu amado em minha defesa.
- O que vai
fazer, IMBECIL? Me bater? Me xingar? Você não passa de um garoto mimado
querendo me dizer o que devo fazer ou não com ela. Entenda, a filha é minha e
eu faço com ela o que eu quero! – Disse meu pai encarando o Peter – Só lembrando
que ele ainda apertava forte meu braço.
- Você é o
pai dela, mas não pode fazer tudo o que quer. Ela é um ser humano. Isso o que
você faz já não é segurança de pai para com filha. – Meu pai me soltou, – Ufa! –
e foi encarar o Peter, tipo homem pra homem. Só que o Peter era um garoto de 16
anos.
- Nunca mais
chegue perto da Lali. Nunca! Ou vai ser pior pra você... – Aquele olhar de
louco que o Bartô tinha enquanto falava aquilo pro Peter – e quando tem quando
está bravo – me deixou com medo, fiquei até sem reação.
- O que fará
se eu chegar perto da Lali, psicopata? Me matar? É isso? Vai me matar por amar
a sua filha? Pois saiba, que eu e ela nos amamos, e muito. E iremos ficar
juntos. – Ao terminar de falar aquilo, o Peter veio até mim e me tacou um beijo
na boca. Óbvio! Deixando meu pai com mais raiva ainda.
- Você quem
sabe, Peter! – Quando eu digo que aquele homem é louco, é porque ele é louco
mesmo. Aquele satanás derrubou o Peter e lhe apontou uma arma que ela tirou do
peletó – ele usa umas roupas compostas, horríveis.
Claro! Aquela arma ele comprou quando disse a
minha mãe que ia sair, até porque nunca o vi mexendo com armas ou coisas do
tipo, nem quando mexia nas coisas dele, escondida. O Bartô continuava apontando
a arma pro Peter que não demonstrava medo.
- Bartô,
Não! – Gritei eu super apavorada, com medo que ele fizesse alguma e porque como
disse, nunca o vi com armas.
- Acho que a
sugestão “matar” vai cair melhor pra você, não acha? – Disse o Bartô ainda apontando
aquela arma pro Peter.
CONTINUA...
- ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DO 1º CAPÍTULO. AS EMOÇÕES DO 2º CAPÍTULO VOCÊ VERÃO NESTA SEXTA (16).
- POR FAVOR COMENTEM E LOGO EM SEGUIDA CLIQUEM NO BOTÃO DAS REAÇÕES LOGO ABAIXO! :)

nossa vai demorar!! ansiosa pra ver o proximo capitulo!! ameiii "amor e obsessao" !! :)
ResponderExcluirAiiii Ameiii! Amo as web novelas desse blog :3 To super ansiosa pra sexta e pro próximo capitulo de Viver Sem Ti... Bjss =3
ResponderExcluirAmei mais
ResponderExcluirIncrível gostei demais.Continue
ResponderExcluirA
ResponderExcluirM
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